A média de trabalhadores nos Estados Unidos contribui com apenas US$ 4.945 anuais para planos de aposentadoria, deixando um déficit de cerca de US$ 19.555 em relação ao limite atual de US$ 24.500. Este cenário ocorre enquanto o salário horário real permanece estagnado em US$ 11.23 desde 2024, pressionado por custos crescentes.
O baixo aporte reflete o que sobra após despesas fixas como moradia e saúde, que consomem aproximadamente US$ 7.666 anualmente por domicílio. Além disso, os gastos com gasolina aumentaram 38% em um ano, forçando a taxa de poupança pessoal a cair de 6,2% no início de 2024 para 3,9% no início de 2026, segundo dados de instituições financeiras.
A taxa de juros anual de cartões de crédito atingiu 21% em 2026, e a taxa de inadimplência indica estresse financeiro generalizado. A análise mostra que, apesar do aumento nominal dos salários, o poder de compra se manteve estável nos últimos 30 meses. A média de contribuição de 7,7% aplicada ao salário mediano anual resulta no valor de US$ 4.945.
A disparidade também é visível entre gerações. Enquanto a geração Baby Boomer possui uma média de saldo de US$ 267.900, a Geração Z contribui com apenas 7,2%, acumulando uma média de US$ 17.000. O limite de contribuição pode ser elevado por trabalhadores mais velhos, que podem somar até US$ 35.750 com bônus específicos.

