A situação política se acalmou em instituições como Funcef e Caixa após um consenso entre grupos ligados ao Progressistas e ao PT. Paralelamente, órgãos fiscalizadores investigam dois gerentes do Banco Central por suposto vazamento de informações sigilosas.
A trégua foi alcançada com a atuação de Joaquim Cruz, novo diretor de Investimentos e Participações da Funcef, ligado a petistas. Ele interrompeu investigações, o que tranquilizou Carlos Vieira, presidente da Caixa, ligado a progressistas. Essa paz é vista como um alívio no Palácio e entre lobistas de ambos os lados, especialmente com o anúncio de neutralidade do PP na eleição presidencial.
Em outra frente, dois gerentes da área de Fiscalização e Regulação do Banco Central estão sob investigação por suspeita de vazar dados sigilosos, conforme informações internas. Além disso, o vice na chapa da governadora do Distrito Federal, Gustavo Rocha, mantém proximidade com o ministro do STF Alexandre de Moraes.
Em âmbito estadual, o ex-Secretário de Saúde do Paraná, Beto Preto, manifestou descontentamento com o apoio da Federação União-Progressistas à candidatura de Sandro Alex (PSD) ao Governo do Estado, que prevê indicação da pasta da Saúde em 2027 caso Alex seja eleito.

