O governo Trump anunciou um novo tarifaço contra o Brasil, impondo taxas adicionais de 25% sobre produtos. A medida afeta indústrias de aço, etanol e vestuário, enquanto setores como carnes e café foram isentos.
As novas tarifas dificultam as exportações brasileiras para os Estados Unidos. O governo americano justificou a ação alegando que os EUA são superavitários na balança comercial do país. Contudo, a teoria econômica indica que tarifa protecionista não se relaciona com o saldo comercial de uma nação.
A análise aponta que a justificativa americana é insustentável, dado que o Brasil possui uma economia ainda fechada. Segundo a OCDE, o país aplica tarifas oito vezes superiores às de nações como México e Chile.
A imprensa sugere que o governo brasileiro deve lutar contra o tarifaço, propondo acordos de redução tarifária com os EUA, em vez de adotar postura de vítima, considerando o perfil protecionista da economia nacional.

