O governo dos Estados Unidos, liderado por Donald Trump, decidiu prorrogar por mais um ano o estado de emergência nacional contra o Brasil. A medida, que se estende até 30 de julho de 2027, será publicada no Federal Register e mantém críticas do presidente norte-americano ao Supremo Tribunal Federal (STF).
A prorrogação não introduz novas sanções econômicas ou tarifas comerciais contra o país. A ordem executiva, assinada por Trump em 30 de julho de 2025, foi originalmente aplicada sob o argumento de que decisões do STF afetavam interesses estratégicos dos Estados Unidos.
No documento, Trump reafirmou que certas ações da Suprema Corte do Brasil, como censura e prisões de indivíduos que exercem liberdade de expressão, representam uma ameaça à segurança nacional, à política externa e à economia dos EUA. O presidente norte-americano também alegou que integrantes do governo brasileiro promovem perseguição política contra um ex-presidente e seus apoiadores.
A ordem executiva anterior havia imposto uma tarifa adicional de 40% sobre produtos brasileiros, mas essas sobretaxas foram revogadas após negociações e decisão da Justiça dos Estados Unidos. Desde o decreto inicial, Trump tem manifestado apoio a um ex-presidente brasileiro e feito críticas ao ministro Alexandre de Moraes.


