Donald Trump decidiu manter por mais um ano a emergência nacional contra o Brasil, conforme documento assinado na última terça-feira (28). A medida, prevista na Lei de Emergências Nacionais dos EUA, preserva o status quo, mas não acarreta novas sanções econômicas nem o retorno da tarifa de 40% aplicada anteriormente.
A declaração de emergência nacional permite ao presidente dos Estados Unidos usar poderes especiais diante de ameaças à segurança nacional, política externa ou economia. Contudo, a legislação exige a renovação formal anual, sob pena de perda automática de validade. O governo americano justificou a manutenção da medida alegando que as circunstâncias de 2025 persistem.
A Casa Branca reiterou críticas ao Brasil, citando supostas restrições à liberdade de expressão, violações de direitos humanos e perseguição política a figuras políticas. O documento também direcionou críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) por decisões ligadas à censura e prisões em manifestações públicas.
As relações comerciais entre os países permanecem tensas desde a imposição das tarifas adicionais em 2026. Apesar da renovação, o governo americano não anunciou novas penalidades, mas reforçou suas críticas. O Brasil busca alternativas diplomáticas e comerciais para mitigar os impactos das medidas americanas.

