O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) convida embaixadores de diversos países para uma reunião em 17 de agosto. O encontro visa explicar o funcionamento da urna eletrônica brasileira, que o TSE define como um “patrimônio do povo brasileiro”.
A iniciativa busca reforçar a transparência do pleito de outubro. O ministro Kássio Nunes Marques, presidente da Corte, defenderá o sistema durante o evento. Além disso, a Organização dos Estados Americanos (OEA), União Europeia, Parlasul, Carter Center, Uniore e ROJAE-CPLP já confirmaram participação na Missão de Observadores Eleitorais (MOEs).
Em junho, o presidente do TSE já havia se reunido com 25 embaixadores para apresentar o sistema. Contudo, o Itamaraty negou vistos de dois funcionários do governo americano, alegando risco de instrumentalização da visita em contexto pré-eleitoral.
Em um evento anterior, um senador afirmou que as máquinas brasileiras seriam da Smartmatic, empresa ligada a suspeitas de fraudes na Venezuela. A Justiça Eleitoral desmentiu as informações. O TSE também recebeu convites da União Africana e da Liga Árabe para a missão de observadores.

