Os restos do historiador Marc Bloch, membro da resistência contra a ocupação nazista, foram depositados no Panteão da República Francesa. O local, de estética neoclássica, é apresentado como um espaço para sentir a potência da memória democrática.
A República Francesa realizou liturgias memoriais para reafirmar seus valores, com a entrada dos restos de Bloch no Panteão. Segundo o texto, quem busca sentir a potência da memória democrática deve visitar o edifício.
O Panteão é descrito como um local de ambição arquitetônica de eternidade, representando uma evolução cívica dos rituais religiosos. O material original afirma que não há um lugar igual na Espanha.

