O arquiteto responsável pelo planejamento de Barcelona concebeu um urbanismo singular com diagonais e manzanas para permitir o crescimento da cidade após a derrubada das muralhas medievais. Contudo, o autor do projeto não obteve apoio da população, nem de sua família, e não foi pago corretamente pelas autoridades.
O projeto, de caráter progressista e humanista, não recebeu o respaldo da cidadania nem o aplauso do público. Além disso, o arquiteto não recebeu o pagamento justo do Ayuntamiento de Barcelona, nem do Governo Central, que foi o responsável por encomendar a obra.
O legado desse planejamento visionário demorou décadas, quase um século, para ser reconhecido. A ideia de estruturar a cidade com manzanas, patios de manzana e chaflanes foi fundamental para a expansão urbana da metrópole.

