O XRP negociou em torno de US$ 1,10, cerca de 70% abaixo do pico de US$ 3,65 registrado em julho do ano anterior. Embora a empresa Ripple tenha obtido licenças europeias e avanços regulatórios, o token permanece estagnado perto de US$ 1,15, sem sinais de um salto imediato para dois dígitos.
Apesar dos desenvolvimentos recentes, como a obtenção de uma licença europeia completa no início de julho e a aprovação da stablecoin RLUSD no Japão, o preço do XRP não reflete esses ganhos. O token tem ficado preso entre US$ 1 e US$ 1,15 desde junho, falhando em romper a marca de US$ 1,20, que encerraria a tendência de baixa de um ano.
Apesar de os fundamentos da empresa melhorarem, o uso da rede tem diminuído, com apenas 2.130 novas carteiras criadas no XRP Ledger em 11 de julho, o menor número desde novembro de 2024. Além disso, os aportes em ETFs de XRP caíram drasticamente, passando de US$ 131,94 milhões em maio para US$ 59 milhões em junho, e quase nada no mês atual.
Para atingir US$ 10, o XRP, com 62,47 bilhões em circulação, atingiria um valor de cerca de US$ 625 bilhões, superando o valor máximo do Ethereum. No entanto, o token nunca negociou acima de US$ 3,84, recorde mantido desde janeiro de 2018. Atingir esse patamar depende de fatores como o ciclo de halving do Bitcoin, previsto para 2028, e a aprovação da CLARITY Act, que poderia atrair cerca de US$ 5 bilhões para os ETFs em um ano.

