Romeu Zema defendeu o sistema eletrônico de votação brasileiro, mas reiterou a defesa de um comprovante impresso do voto nesta quarta-feira (22). A manifestação ocorreu em São Paulo, após questionamentos sobre declarações de Flávio Bolsonaro, que foram desmentidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O pré-candidato ao Novo também abordou propostas de gestão, defendendo a redução do tamanho do Estado. Segundo Zema, caso eleito, pretende cortar o número de ministérios de 29 para 21, visando acabar com a “gastança” do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Em relação à Previdência, Zema argumentou que o aumento da expectativa de vida torna natural que os brasileiros permaneçam mais tempo no mercado de trabalho. Na segurança pública, o ex-governador expressou preocupação com o avanço da criminalidade no país.
Sobre a chapa, Zema afirmou que manterá diálogo com lideranças de diferentes partidos, exceto siglas de esquerda. Ele confirmou que o nome de uma ex-primeira-dama pode ser considerado para a vice-presidência, mas disse não pretender procurá-la para discutir uma aliança.

