Quarenta e cinco trabalhadores morreram em acidentes laborais na região de Madri entre janeiro e agosto de 2026. Segundo denúncias de sindicatos, a maioria das vítimas atuava em empresas subcontratadas, prestando serviços para outras companhias ou organismos públicos.
Entre janeiro e julho, 42 pessoas perderam a vida em ocorrências semelhantes na região. Outras três mortes foram registradas recentemente, totalizando os 45 óbitos no período.
As vítimas incluem um jardineiro de 54 anos, natural de Villamuelas, em Toledo, e um montador de cenários de 23 anos, nascido na Colômbia. Também morreu uma mulher de 60 anos, residente de Pastrana, em Guadalajara.
A apuração indica que as vítimas não possuíam vínculo entre si, mas compartilhavam a condição de trabalharem para empresas cujos serviços eram contratados por terceiros.
As entidades sindicais alegam que esse modelo de subcontratação é a característica predominante na maior parte dos casos de acidentes fatais denunciados na região.


