As ações da Uber caíram oito por cento neste ano. A baixa ocorre em função de preocupações sobre a forte concorrência de operadores de robotáxis, com destaque para a Waymo. No entanto, há quem diga que os vendedores estão exagerando a reação ao mercado.
Argumenta-se que a Uber ainda consegue sustentar um crescimento rápido e aumentar suas margens de lucro enquanto disputa o mercado de direção autônoma nos próximos anos. O negócio de entrega de alimentos, em expansão, e o fluxo de caixa livre contribuem para essa visão.
A avaliação atual da empresa é a mais baixa desde que começou a gerar lucro em dois mil vinte e três. Esse patamar de preço, segundo a análise, não reflete o crescimento da empresa. Atualmente, a Uber negocia a dois vírgula seis vezes a receita do próximo ano.
Esse múltiplo contrasta com a média de empresas do S&P 500, que é de quatro vezes a receita futura. A diferença sugere um desconto significativo no valor da companhia no mercado.


