Gravíssimas acusações, produzidas por interesses diversos, circulam antes do início da campanha eleitoral, que começa no dia dezesseis. O ambiente eleitoral mostra-se sensível diante de informes inverídicos que podem tumultuar o resultado das eleições no país.
O dirigente da Associação de Assistência Social dos Policiais Militares de São Paulo, Dirceu Cardoso Gonçalves, manifestou preocupação com as alegações. Ele afirmou que os acusadores devem ser contidos para evitar prejuízos ao processo eleitoral e para que respondam pelos crimes praticados.
Gonçalves destacou que a Justiça Eleitoral avalia os candidatos no registro, seguindo a lei da ficha limpa. Por isso, denúncias feitas tardiamente dificilmente prosperam. O denunciante, nesse caso, responderá a um processo.
O dirigente esperava que o corpo jurídico, composto por magistrados e procuradores do Tribunal Superior Eleitoral e de suas representações, consiga coibir a polarização criminosa. Ele sugeriu que quem interferir no processo receba reprimenda, inclusive afastamento de cargos.


