A comunidade judaica global enfrenta crescentes episódios de agressão e desrespeito em vários continentes. Ataques verbais e físicos ocorrem em locais públicos e privados, refletindo um aumento da hostilidade que vai além de manifestações históricas.
Situações de agressão contra judeus surgem em hotéis, atrações turísticas e ruas, indicando uma deterioração social. Tais eventos, segundo a análise, sinalizam um risco à igualdade perante a lei, não apenas para a comunidade judaica.
Em agosto, um homem invadiu a Sinagoga Central de Nova York e agrediu fisicamente uma mulher durante um serviço religioso. Outros casos incluem a perseguição de um grupo de judeus franceses por turba por noventa minutos e esfaqueamentos em bairros judaicos de Londres.
A hostilidade também se manifesta em atos simbólicos, como o uso de gestos nazistas por torcedores em estádios. Casos recentes envolvem impedimentos de entrada em parques aquáticos na Tailândia e agressões em restaurantes na Itália. Milhares de turistas israelenses, por isso, procuram destinos considerados mais seguros.
O tema levanta preocupações profundas, lembrando a experiência de sobreviventes do gueto. O diretor de O Pianista, Roman Polanski, recusou um convite para dirigir A Lista de Schindler, citando motivos pessoais, após vivenciar o período de confinamento.


