O clube espanhol Alavés demitiu o zagueiro Nikola Maras, de trinta anos, após um processo disciplinar. A decisão se deu porque o jogador teria reduzido de modo voluntário e contínuo seu desempenho profissional, conforme apurou o clube.
A equipe de Vitoria-Gasteiz elaborou um relatório para justificar a rescisão por justa causa. O documento reuniu dados técnicos, táticos e físicos de diversas fontes. O Alavés utilizou informações da Wyscout e da SkillCorner para análise técnica e métricas de desempenho físico. Além disso, os sistemas Catapult e WIMU forneceram dados sobre a carga de trabalho do atleta em treinamentos.
A conclusão do clube indicou que Maras diminuiu seu desempenho diário de forma intencional e significativa. O defensor foi notificado sobre o procedimento e teve oportunidade de apresentar sua defesa. Contudo, as justificativas do jogador não foram consideradas suficientes para alterar a avaliação do clube.
Maras chegou ao Alavés em dois mil e vinte e dois, inicialmente emprestado pelo Almería. O acordo previa uma compra obrigatória se o clube basco subisse à primeira divisão. Após o acesso, o Alavés foi obrigado a contratar o defensor definitivamente. Desde então, ele disputou apenas três jogos, todos pela Copa do Rei.


