O alpinismo de elite debate o risco de vida ao escalar montanhas. O clima alterou as variáveis desse desafio, afetando o Nanga Parbat, um dos quatorze oitomil metros do planeta.
A questão se mantém desde que a escalada se tornou um esporte: vale o risco de vida para alcançar um cume? A postura dos praticantes conecta pioneiros aos atuais, expondo-os aos mesmos acertos e erros, mas o cenário principal, as montanhas, sofreu mudanças.
O aquecimento global chegou para alterar as condições do jogo. O Nanga Parbat, localizado no Himalaia, exemplifica essa transformação. Ele conecta o britânico Alfred Mummery, escalador de 1895, ao checo Tomas Petrecek.
As grandes montanhas do Himalaia e dos Alpes estão derretendo. O gelo que sustenta a estrutura está desaparecendo, e a rocha desmorona, criando um cenário de risco elevado para os alpinistas.


