Aparecida de Goiânia coletou mais de 290 mil ovos do mosquito Aedes aegypti desde setembro de 2025. O volume, capturado por ovitrampas, serve para mapear áreas de risco de dengue, zika e chikungunya no município.
As ovitrampas funcionam como pontos de atração, permitindo que fêmeas do Aedes aegypti depositem ovos. O material recolhido é analisado pelas equipes de vigilância, o que orienta os agentes de combate às endemias sobre os locais com maior atividade reprodutiva do mosquito.
Atualmente, a cidade conta com cento e cinco ovitrampas. A partir de segunda-feira, 17, a rede será ampliada com a instalação de mais duzentos e quarenta e oito unidades, totalizando trezentos e cinquenta e três pontos de monitoramento. A superintendente de Vigilância em Saúde, Hérica Leguizamon, disse que a expansão permite conhecer a realidade de cada região de forma mais estratégica.
O coordenador da Vigilância em Saúde Ambiental, Edson Fernandes da Silva, afirmou que a participação da população é essencial para complementar o trabalho municipal. Apesar do aumento no monitoramento, os agentes alertam que a eliminação de água parada em quintais e áreas externas continua sendo a principal forma de impedir a reprodução do vetor.


