As ações da Apple (AAPL) atingiram um novo recorde de US$ 327, subindo 4% na quarta-feira. O movimento estende uma alta de 20% no ano, impulsionada por um novo preço-alvo de US$ 365 estabelecido pelo Citi. A empresa busca US$ 350, mas precisa manter o ritmo de crescimento de serviços e o desempenho do iPhone 17.
O otimismo no mercado se baseia em vários fatores. A empresa alcançou um recorde de US$ 30,98 bilhões em receita de Serviços no segundo trimestre de 2026. Além disso, a gestão da Apple projeta margens brutas entre 48% e 49%, apesar da escassez de chips de memória. O analista do Citi elevou o preço-alvo para US$ 365, fundamentando a análise no compartilhamento de mercado de smartphones em 25% e na solidez dos serviços.
No entanto, o consenso de Wall Street aponta um alvo médio de US$ 317, abaixo do preço atual das ações. Para alcançar US$ 350, os investidores apontam para a manutenção do ímpeto do iPhone 17 e um crescimento de serviços na casa dos quinze por cento. A Apple deve divulgar os resultados do terceiro trimestre em 30 de julho, com expectativa de lucro por ação de US$ 1,88, um aumento de 20% em ano contra ano.
O desempenho da Apple ocorre em um contexto de alta no setor de tecnologia, com outras empresas como Goldman Sachs e NVIDIA também registrando ganhos significativos no ano. Atingir US$ 350 é considerado possível, mas depende da entrega contínua dos fatores de crescimento positivo.


