As ações da Arm mais que dobraram este ano, beneficiando a empresa britânica pela demanda de suas unidades centrais de processamento e por um novo chip de inteligência artificial que comercializa. O valor da companhia, agora estimado em 300 bilhões de dólares, permite maior capacidade para aquisições.
O diretor financeiro da Arm, Jason Child, informou em entrevista que a empresa deve manter o foco em compras de menor porte. Ele citou o negócio realizado no ano passado, de 265 milhões de dólares, com a startup de redes DreamBig como exemplo.
Contudo, Child indicou que a companhia não descartou aquisições de maior dimensão. Isso ocorre porque a decisão de vender seus próprios chips, ao invés de apenas licenciar seus projetos para empresas como Nvidia e Apple, impõe novos desafios de crescimento.
A entrega de silício é, segundo o executivo, um processo mais complexo do que a simples licença de projetos. O aumento da produção própria exige que a Arm lide com as dificuldades inerentes a essa nova fase de atuação no mercado.


