O sistema de Patrocínio de Nome, Imagem e Semelhança (NIL) no futebol universitário permite que atletas recebam valores elevados por acordos comerciais. Um atacante esquerdo, por exemplo, reporta ganhar quatro milhões de dólares por parcerias com redes de farmácias e restaurantes.
O modelo de negócios universitário se reestruturou para permitir que os jogadores monetizem sua fama. Esses pagamentos, classificados como serviços de patrocínio e não como salário, permitem valores altos, o que contrasta com a situação de jogadores da NFL. Um atacante direito experiente, com contrato garantido de cinquenta e dois milhões de dólares, não possui acordos de patrocínio.
Enquanto alguns jogadores profissionais da NFL têm rendimentos de patrocínio menores que os top dez universitários, o cenário universitário mostra pagamentos substanciais. Um atacante esquerdo de destaque, contratado por uma universidade, ganha cerca de 4 milhões de dólares por divulgar marcas diversas.
A College Sports Commission busca impor limites a esse crescimento, verificando se as empresas parceiras pagam um valor justo e se o uso da imagem do atleta possui propósito comercial válido. A agência tenta conter o que é chamado de “oeste selvagem” impulsionado pelo sistema de transferência de atletas.

