Atletas noruegas Pernille Karlsen Antonsenová e Andrea Roothová reclamaram que câmeras filmavam ângulos inadequados durante os aquecimentos em uma competição. As atletas apontaram que os registros sexualizam as competidoras, e a emissora NRK reconheceu o problema.
Antonsenová afirmou que, embora seja difícil filmar atletas em movimento, os cinegrafistas focam em pontos específicos. A união EBU estabelece em seu manual que registros que sexualizam mulheres esportistas são proibidos. O objetivo é evitar a sexualização por meio de imagens e repetições em câmera lenta.
As regras sugerem que os cinegrafistas evitem filmar as atletas de determinados ângulos e que a televisão não transmita imagens em câmera lenta que possam prejudicar a imagem. A emissora NRK confirmou que as filmagens problemáticas vieram de suas câmeras e que irá tratar da situação.
Espen Langfeldt, chefe de transmissão da NRK, declarou que a equipe focou em acompanhar os atletas noruegueses nos preparativos. Ele informou que a redação analisará os exemplos com base nas novas orientações.
A colega Sophie Beckerová, quartoleira irlandesa, apoiou a reclamação. Ela disse estar confusa com o ocorrido, já que as regras de gravação são novas. Beckerová comentou que o ângulo de filmagem era muito revelador e que a situação não lhe agradava.


