Autoridades de Michigan acusaram cinco pessoas sem cidadania americana por supostamente votarem ilegalmente nas eleições presidenciais de 2024. A investigação estadual, que analisou 38 casos, aponta para um aumento em práticas irregulares de votação no país.
A promotoria estadual de Michigan anunciou as acusações após uma revisão de casos de votação por não-cidadãos entre dois mil nove e dois mil vinte e cinco. Dos 38 casos investigados, seis resultaram em denúncias criminais. A promotora estadual declarou que o estado investiga todas as alegações de votantes sem cidadania para manter a integridade eleitoral.
Paralelamente, o porta-voz do Congresso, Mike Johnson, criticou os democratas em declaração. Ele afirmou que casos de votação irregular por não-cidadãos representam um risco à integridade das eleições americanas, citando exemplos de Nova Jersey a Michigan.
As denúncias incluem um residente permanente, de sessenta e sete anos, acusado de perjúrio em lei eleitoral. Outras acusações envolvem declarações falsas em formulários de voto ausente e registro fraudulento. O estado informou que mais de cinco milhões de votos foram lançados em Michigan no pleito geral de novembro de 2024.


