O Starling Bank implementou ferramentas de inteligência artificial generativa e agente para auxiliar clientes na gestão de suas finanças. A iniciativa busca superar a limitação de saber o que perguntar aos assistentes de IA, oferecendo suporte prático aos usuários.
O banco britânico expandiu seus recursos de IA para o atendimento ao público, utilizando modelos como o Gemini da Google. O recurso de Insights de Gastos, por exemplo, permite que os clientes analisem despesas usando linguagem natural. Outra ferramenta, a de Inteligência de Fraudes, orienta os usuários sobre sinais de golpes, elevando em trezentos por cento a taxa de cancelamento de pagamentos em marketplaces.
Além da IA generativa, o banco lançou um assistente de IA agente, que executa ações em nome do cliente. Ele auxilia na criação de orçamentos, na organização de planos de poupança e no gerenciamento de débitos automáticos, tudo através de comandos em linguagem natural. A interface permite que o cliente apresente um problema sem se limitar a botões pré-definidos.
A adoção das ferramentas mostra diferentes perfis de usuários, com clientes mais velhos ou novos no banco demonstrando maior engajamento. Para combater o bloqueio criativo — a dificuldade de saber qual comando dar ao assistente —, o banco lançou um programa de ferramentas inteligentes. Este programa oferece sugestões de comandos prontos sobre temas como impostos e auxílio estudantil.

