O consumo de ultra-ricos nos Estados Unidos cresce em meio à crise do consumidor, que enfrenta inflação e aumento de tarifas. Bilionários, impulsionados pelo setor de inteligência artificial, estão elevando a demanda por bens de luxo como iates e jatos privados.
O varejo americano registrou queda de 0,6% entre maio e julho, superando a projeção de 0,1% de redução. Nesse cenário financeiro, o grupo de consumidores mais abastados demonstra forte aquecimento. Segundo a publicação, o número de bilionários nos EUA aumentou 13% entre abril de dois mil vinte e cinco e dois mil vinte e seis.
O co-CEO da FlyVictor, Toby Edwards, declarou à imprensa que o padrão de aviação privada mudou. Ele informou que a elite tecnológica busca luxos discretos, como tipos específicos de água e serviços de alimentação saudáveis, priorizando eficiência e sigilo nas viagens.
A demanda por esses itens de alto padrão não se restringe aos mais ricos. Um economista observou que os americanos no topo dos 20% da distribuição de renda, com ganhos de 175 mil dólares ou mais anuais, responderam por quase 60% dos gastos nos três primeiros meses de dois mil e vinte e seis.
Um consultor de viagens de luxo afirmou que a ascensão da super-riqueza ligada à IA gerou uma nova onda de demanda para empresas que fornecem acesso a jatos, iates e supercarros, forçando o setor a se adaptar a esse novo perfil de viajante.


