A campanha à reeleição de Mateus Simões, governador de Minas Gerais, recebeu um total de R$ 2,5 milhões oriundos de partidos e de doações pessoais. Os valores foram levantados com base nas prestações de contas registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Os repasses partidários somaram R$ 2,25 milhões, sendo o maior aporte de R$ 1,25 milhão do Novo. O diretório mineiro do PSD, partido atual do governador, transferiu R$ 1 milhão. Além disso, o irmão do candidato, Lucas Miguel Simões de Almeida, doou R$ 250 mil à candidatura.
Os aportes financeiros refletem a aliança política mantida por Simões. Ele foi eleito vice em 2022 pelo Novo, na chapa de Romeu Zema, mas posteriormente migrou para o PSD. Em 2026, Simões assumiu o governo após a saída de Zema para concorrer à Presidência da República.
A disputa estadual em Minas Gerais apresenta diversos adversários, incluindo Cleitinho Azevedo, Alexandre Kalil, Patrus Ananias e Flávio Roscoe. A Justiça Eleitoral estabelece o limite legal de gastos em R$ 17.788.806,16 para o primeiro turno da eleição.


