O candidato à Presidência, Renan Santos, esteve no Jardim Panorama, na Zona Sul de São Paulo, neste sábado (22). Ele prometeu um programa nacional de ‘desfavelização’ com investimento entre R$ 1,3 trilhão e R$ 1,5 trilhão ao longo de dez a quinze anos.
A proposta, chamada ‘Marco Nacional da Desfavelização’, visa reformar ou reconstruir moradias, regularizar imóveis e levar infraestrutura como água, esgoto, asfalto e escolas às comunidades. Santos afirmou que os moradores não seriam transferidos de seus bairros.
Para financiar o plano, o candidato estimou recursos de investimentos públicos e privados, cortes de despesas federais e criação de ‘títulos de desfavelização’. Ele apontou renúncias fiscais e supersalários do funcionalismo público como alvos de corte.
O programa também prevê aumentar o rigor contra invasões e retirar organizações criminosas dos territórios. Santos declarou que integrantes de facções seriam presos e que, em caso de resistência, haveria óbito.
Adicionalmente, ele sugeriu o que chamou de ‘Nuremberg das favelas’, permitindo que moradores denunciassem crimes cometidos por grupos criminosos que controlam os locais.

