Candidatos à Presidência declararam seus bens à Justiça Eleitoral em agosto de dois mil vinte e seis. Augusto Cury, do Avante, informou possuir R$ 242,28 milhões, o maior valor entre os concorrentes. Pablo Marçal, do PRTB, declarou R$ 7,4 bilhões, mas enfrenta inelegibilidade até 2032.
O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, declarou R$ 178,71 milhões. Ronaldo Caiado, ex-governador de Goiás, registrou R$ 52,56 milhões, enquanto Wilson Grassi informou possuir R$ 50 milhões. Os dados são preliminares, pois o Tribunal Superior Eleitoral ainda pode receber mais candidaturas ou alterações de registro.
Em relação ao presidente em exercício, Lula declarou R$ 4,78 milhões em bens em 2026. Esse valor representa uma redução real de 46% comparado aos R$ 7,99 milhões informados em 2018, valor que, corrigido pelo IPCA, equivalia a R$ 12,08 milhões.
Flávio Bolsonaro, do PL, declarou R$ 8,186 milhões. Esse montante reflete um crescimento real de 210,8% em oito anos, tendo informado R$ 1,74 milhão em 2018. Outros nomes, como Clariana Barão e Renan Santos, registraram valores menores, enquanto Hertz Dias e Rui Costa Pimenta declararam não possuir bens tributáveis.


