A corrida presidencial teve início neste domingo, dia 16, com agendas marcadas por propostas de segurança, choque de gestão e atos nos redutos eleitorais. Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a criação de um Ministério da Segurança Pública, enquanto Flávio Bolsonaro focou no endurecimento do combate ao crime organizado.
Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, começou a campanha no Estádio 1º de Maio, em São Bernardo do Campo, São Paulo. Acompanhado do vice Geraldo Alckmin, o presidente prometeu a criação de um Ministério da Segurança Pública. Flávio Bolsonaro, do PL, deu início em Copacabana, no Rio de Janeiro, criticando a economia e o governo atual, e concentrou propostas no combate ao crime organizado.
Ronaldo Caiado, do PSD, foi o único dos nomes centrais a começar fora do Sudeste. O candidato realizou uma carreata no Entorno do Distrito Federal e encerrou o roteiro em Luziânia, Goiás, destacando os índices de segurança de sua gestão. Romeu Zema, do Novo, iniciou em Minas Gerais, participando de uma missa em Montes Claros e defendendo o controle de gastos públicos e o combate às facções.
Outros nomes marcaram o primeiro dia de campanha com ações específicas. Renan Santos, do Missão, reuniu apoiadores em São Paulo, em frente à Faculdade de Direito da USP. Augusto Cury, do Avante, escolheu Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais, para focar em propostas distantes da polarização. Samara Martins, da UP, concentrou atividades em articulações com movimentos sociais e panfletagens de rua.


