Os candidatos à Presidência da República apresentaram propostas distintas sobre o agronegócio, setor crucial para a economia nacional. As diretrizes cobrem crédito rural, infraestrutura, comércio exterior e sustentabilidade, refletindo as estratégias de cada candidatura.
Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição pelo PT, foca no agronegócio sob a ótica da segurança alimentar, visando preços acessíveis. Seu plano prevê fortalecer o crédito rural, ampliar o Plano Safra com juros compatíveis e dar atenção ao seguro rural. A proposta também inclui a expansão da conectividade rural e o estímulo à produção nacional de fertilizantes.
Flávio Bolsonaro, do PL-RJ, propõe previsibilidade para a produção, incluindo ampliação do seguro rural e reorganização de dívidas. O plano também sugere simplificar outorgas de uso da água e buscar soluções diplomáticas contra sanções internacionais aos produtos nacionais.
Ronaldo Caiado, do PSD, delineou doze propostas específicas, tratando o setor como plataforma de liderança global. O plano do candidato busca elevar produtividade sem expansão ilegal da fronteira, focando na modernização do crédito e na defesa sanitária. Renan Santos, da Missão Brasil, quer transformar o país no “celeiro do mundo”, propondo reduzir a dependência de importações de fertilizantes de oitenta e cinco por cento para cinquenta por cento até dois mil trinta e cinco.

