A Apex utilizou fundos de investimento em operações consideradas inconsistentes para aumentar seu patrimônio. Diante dos problemas, a gestora precisou pedir medida cautelar. A Anbima, órgão de fiscalização, apenas afirmou não comentar casos específicos.
O caso envolve produtos como debêntures, CRAs e cotas de FIDC, todos regulados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Especialistas apontam que a atuação da Apex no setor financeiro pode afetar o setor produtivo, dado o forte envolvimento da companhia na construção e incorporação no Espírito Santo.
A CVM informou acompanhar e analisar movimentações no mercado de valores mobiliários brasileiro, mas não detalhou ações sobre o caso Apex. O professor Isac Costa, da USP, ressalta que a responsabilidade por fundos também recai sobre os administradores e gestores registrados na CVM.
O banco BTG Pactual, distribuidor credenciado dos fundos da Apex, não respondeu a questionamentos sobre os termos contratuais e como a instituição garante a integridade dos produtos custodiados.

