O diretor executivo da Flock Safety afirmou que o segmento de drones representa o negócio de maior crescimento da empresa. Os dispositivos são vendidos a autoridades locais para serem usados em situações de resposta a emergências, apesar das críticas de grupos de privacidade sobre o risco à intimidade.
Garrett Langley, diretor da Flock Safety, declarou que os drones constituem quase metade da receita futura da companhia. Ele mencionou, em uma entrevista, que as aeronaves são empregadas como Drones de Resposta a Primeiros Socorros (DFRs). A função é avaliar cenários voláteis antes da chegada de agentes policiais, coletando informações rapidamente.
Langley citou um caso ocorrido na área de Dallas-Fort Worth, onde um drone identificou que um objeto, inicialmente visto como arma, era um isqueiro grande. O incidente foi então desarmado antes de qualquer confronto direto entre pessoas.
Entretanto, organizações de defesa da privacidade questionam as diretrizes da tecnologia. Elas alertam que o uso de drones pode comprometer a privacidade em comunidades. A Fundação Fronteira Eletrônica (EFF) considera que a adoção desses drones coloca a privacidade em risco nacional.
A empresa informou que reduziu o período de retenção de dados de leitores de placas de 30 para 7 dias. Analistas de direitos civis apontam preocupações sobre vigilância e falta de fiscalização adequada sobre o uso dessas ferramentas automatizadas.

