A Smart Fit (SMFT3) viu suas ações caírem quase 8% após o último balanço trimestral. O CEO da companhia, Diogo Corona, disse que o mercado precifica a empresa como 100% brasileira, ignorando que mais de 50% de seu resultado já provém de operações internacionais.
Diogo Corona afirmou que o desafio atual da empresa é de percepção, pois a proporção de receita externa tem crescido. Ele explicou que os custos de capital são menores que o CDI por captar recursos em outros países, mas a ação é precificada como se fosse totalmente nacional.
Apesar do desempenho aquém do esperado no Brasil, a gestão apontou que a diversificação de negócios compensou o resultado. O agregador Total Pass funciona como um ‘hedge natural’, equilibrando a sazonalidade do negócio principal de academias.
A tese da empresa é que o ecossistema — que inclui academias, Total Pass e estúdios Bion — está funcionando conforme o planejado. A companhia reportou crescimento de 22% na receita líquida e EBITDA que cresceu 24%, atingindo margem recorde de 32,7%. A empresa opera em 16 países, focando em expansão em mercados como a Argentina.


