O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, classificou as declarações do presidente da Argentina como “ríspidas, grosseiras e inaceitáveis”. Vieira afirmou que as falas do líder argentino, proferidas durante uma convenção política, constituíram uma interferência em assuntos domésticos nacionais.
O chanceler brasileiro declarou que as manifestações foram graves e agressivas contra o governo, o povo, as instituições e o presidente da República. Segundo Vieira, as declarações representaram uma interferência em assuntos nacionais. O governo brasileiro, contudo, pretende manter os canais de diálogo e buscar esclarecimentos por vias diplomáticas.
Em resposta, o Itamaraty convocou o embaixador argentino no Brasil para transmitir a repulsa do governo brasileiro sobre as falas. Além disso, o embaixador brasileiro em Buenos Aires foi chamado para prestar esclarecimentos sobre a relação entre os dois países.


