Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Cientistas questionam promessas de cura de doenças com inteligência artificial
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Cientistas questionam promessas de cura de doenças com inteligência artificial

Carla Fernandes
Última atualização: 22 de agosto de 2026 12:13
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 1 min.
Compartilhar

Eric Topol, cardiologista conhecido por pesquisas em saúde digital, criticou declarações de líderes de inteligência artificial. Ele afirmou que a ideia de curar doenças como diabetes e Alzheimer em cinco ou dez anos é irrealista e gera expectativas exageradas sobre a tecnologia.

Topol, que é pesquisador em tecnologias para melhoria da saúde, contestou publicamente as afirmações de figuras como Demis Hassabis e Dario Amodei. Ele disse que não existem curas para doenças comuns como diabetes, Alzheimer e doenças cardíacas, e que a expectativa de que novos medicamentos mudem tudo nesse prazo não tem precedentes.

O especialista considerou as declarações como ‘hype’, apontando que elas elevam as expectativas para a IA de forma excessiva. Essa ressalva se alinha a críticas crescentes de cientistas, que veem o otimismo dos líderes de IA como arrogância perigosa.

Em um artigo compartilhado, a cientista da computação Daphne Koller, da Universidade de Stanford, comparou a narrativa sobre o uso da IA na ciência a uma crença em varinhas mágicas. O debate sobre os limites da tecnologia se intensifica em círculos acadêmicos.

TAGGED:bioeticaCâncerInteligência Artificialsaúdetecnologia médica
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Russell vence sprint do GP da Holanda
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?