A Colômbia autorizou operações militares conjuntas com os Estados Unidos para combater grupos de narcotraficantes. O anúncio ocorreu no Panamá e coloca o país, maior produtor de cocaína, como o quarto maior na América Latina a aceitar a parceria.
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, comunicou a decisão nesta quarta-feira. Ele agradeceu também o compromisso do Equador, Honduras e Guatemala com a iniciativa de destruir redes de tráfico de drogas.
O presidente Abelardo de la Espriella, conservador e aliado de Donald Trump, assumiu a liderança na Colômbia na semana passada, prometendo intensificar o combate a grupos armados após um período de governo de esquerda.
Hegseth explicou que a Colômbia solicitou ao Departamento de Guerra a participação na luta contra o narcoterrorismo, visando destruir redes terroristas. O governo equatoriano, liderado por Daniel Noboa, também recebeu apoio dos EUA em março para operações contra instalações de produção de drogas.
A estratégia americana visa desmantelar redes de tráfico ilegal e fortalece parcerias regionais. O presidente dos EUA defende a atuação militar de nações parceiras, alinhando-se a líderes conservadores que compartilham prioridades com o governo americano.


