O senador Jon Ossoff fez uma declaração sobre o presidente Donald Trump que gerou grande repercussão na mídia. Ossoff sugeriu que Trump preferiria “construir um salão de baile e viajar com Natalie” em vez de exercer suas funções presidenciais. A fala provocou reação de conservadores e colocou a assessora no centro das atenções.
A declaração, feita durante um comício na Geórgia, fez com que a assessora de Trump, identificada como Natalie Harp, recebesse ampla cobertura de veículos de comunicação. Um perfil publicado por um grande jornal descreveu Harp como uma figura sempre presente no ambiente presidencial, atuando no Escritório Oval e com assento em voos presidenciais.
A assessora, de trinta e cinco anos, é descrita como alguém que trabalha sem folga e auxilia o presidente em diversas tarefas. Além disso, relatos apontam que ela é frequentemente vista com o presidente, auxiliando na elaboração de publicações em redes sociais e fornecendo cópias físicas de documentos.
Alguns veículos de comunicação noticiaram alegações de que Harp teria se deslocado de maneira incomum em um evento judicial em outubro de dois mil e vinte e três. A Casa Branca, em nota, classificou Harp como uma das assistentes mais leais e dedicadas da equipe presidencial.
Os críticos do senador apontaram que a cobertura midiática focada na assessora foi resultado direto de suas críticas. Enquanto isso, a Casa Branca defendeu a assessora, afirmando que os ataques midiáticos comprovam a baixa confiança no jornalismo.

