A Waymo, rival da Tesla, questionou a estratégia de direção autônoma da empresa, argumentando que o uso exclusivo de câmeras representa um sistema de ‘sensoriamento fraco’. O comentário ocorreu durante um evento da Y Combinator.
O analista Adam Jonas, do Morgan Stanley, avaliava a Tesla utilizando um modelo de soma de partes, tratando a companhia como um conjunto de negócios em inteligência artificial, software, energia e robótica, e não como um fabricante tradicional de automóveis.
Segundo o modelo, a tecnologia de direção autônoma e o negócio de robotaxi representam quarenta e um por cento da avaliação da Tesla. O negócio principal de automóveis e energia contribui com trinta e quatro por cento, e o potencial do robô Optimus com cerca de vinte e cinco por cento.
Dmitri Dolgov, coexecutivo da Waymo, fez críticas à abordagem da Tesla ao falar na Startup School da Y Combinator. Dolgov defendeu que a tecnologia de direção autônoma baseada apenas em câmeras pode apresentar um desenvolvimento inicial rápido, mas atingir um teto de capacidade e performance menor no longo prazo.

