A crise migratória em Ceuta apresenta consequências sanitárias graves. Enfermeiras em campo tratam casos de sarna, tuberculose, gastroenterites e impetigo, ligados ao hacinamento e à falta de higiene.
A Sociedade Espanhola de Epidemiologia solicitou que não se culpe os migrantes pela disseminação dessas enfermidades. Segundo a organização, as condições de moradia forçada são o fator que propicia a propagação das doenças.
Os profissionais de saúde notam que as infecções estão diretamente relacionadas ao ambiente em que os migrantes são obrigados a viver. Os casos incluem sarna, tuberculose e diversas gastroenterites.

