A energia elétrica residencial desacelerou de 3,67% em maio para 1,53% em junho, mas manteve o maior impacto individual sobre o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no mês, segundo dados do IBGE divulgados nesta sexta-feira (10). A contribuição do item foi de 0,06 ponto percentual.
A alta do custo da energia elétrica elevou o grupo Habitação para 0,63%, a maior variação entre os nove grupos pesquisados. Esse resultado reflete a manutenção da bandeira tarifária amarela, que impôs um acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos, somado a reajustes de concessionárias em diversas capitais.
Em Transportes, os preços subiram 0,17%, com destaque para as passagens aéreas, que avançaram 7,12%. Em contrapartida, os combustíveis registraram queda de 0,48%, com o etanol recuando 3,09% e o diesel 1,19%.
O índice oficial de inflação do país fechou em 0,16%. Além disso, houve alta de 0,30% nas tarifas de água e esgoto, enquanto o gás encanado apresentou queda de 0,57% no período.


