Uma produtora de campo de emissora processou um correspondente sênior de outro veículo, alegando que ele fez comentários sexualizados no ambiente de trabalho. A ação, movida no Tribunal Superior de Los Angeles, também aponta discriminação e demissão após ela recusar acomodações médicas relacionadas a trauma.
A produtora alegou que o correspondente iniciou conversas sobre outra colega, avaliando sua aparência e reduzindo seu valor profissional a uma nota numérica durante uma cobertura. Os membros masculinos da equipe se juntaram à avaliação, e os colegas tentaram incluir a produtora na discussão, o que ela recusou por considerar o assunto inadequado.
Um segundo incidente alegado ocorreu em um evento de imprensa de lançamento de filme. O correspondente teria feito uma insinuação sexualizada, dizendo que a produtora deveria ter um encontro noturno na cidade, o que a teria impedido de se mudar. A produtora afirmou que o comentário desvalorizou seu julgamento profissional.
As acusações contra o correspondente fazem parte de um processo maior onde a produtora alega que a emissora e a empresa controladora cometeram discriminação e retaliação. Ela trabalhou no escritório de Los Angeles da emissora de maio de dois mil e vinte e um até março de dois mil e vinte e cinco.
A produtora relatou ter sido instruída a cobrir uma cobertura em Texas em maio de dois mil e vinte e dois, enquanto apresentava sintomas de COVID-19. Após o evento, ela sofreu sintomas psicológicos graves, e, embora um psiquiatra a liberasse com ajustes, o chefe do escritório alegou que ela deveria retornar sem restrições.


