Daniella Marques, cotada para o posto de vice na chapa de Flávio Bolsonaro, rebateu a alegação de que mulheres de direita são submissas. Em transmissão ao vivo, a ex-presidente da Caixa Econômica Federal atribuiu a visão à esquerda e defendeu a igualdade entre gêneros.
A cotada afirmou que a ideia de submissão feminina na direita é rotulada pelo PT, principal oponente de Flávio Bolsonaro nas eleições de outubro. Segundo Daniella, homens e mulheres são iguais perante Deus, conforme a Bíblia. Ela comentou que a direita precisa reafirmar as diferenças biológicas, mas criticou a narrativa de que a mulher forte deve competir com homens.
A ex-presidente da Caixa ponderou que as famílias devem ter liberdade para configurar seus arranjos, citando exemplos de parceiros em casa. Daniella, filiada ao Republicanos, atuou na elaboração de propostas econômicas para o eleitorado feminino durante a pré-campanha.
Sobre a conectividade, Daniella esclareceu que a ideia de ampliar o acesso à internet e celulares não significa distribuição em massa de aparelhos. Ela rebateu a percepção de que Flávio Bolsonaro daria celular de graça para 70 milhões de mulheres, dizendo que o plano foca em fornecer bônus de dados para plataformas como o gov.br, restrito a casos específicos.


