O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira, dia 27 de julho de 2026, que os programas de crédito destinados à compra de caminhões e motocicletas não deteriorarão as contas públicas do Brasil. A declaração visa afastar desconfianças do mercado financeiro sobre a trajetória da dívida nacional a partir de 2027.
Durigan explicou que os valores liberados para o setor de transportes possuem limite legal e montante financeiro estabelecido no Orçamento da União. Segundo o ministro, o dinheiro emprestado para a aquisição de ônibus e outros veículos pesados será integralmente devolvido aos cofres do governo federal. O foco da política econômica, afirmou, é estimular o mercado interno, modernizar a frota rodoviária e preservar postos de trabalho em todo o país.
Sobre o arcabouço fiscal, o líder da equipe econômica rejeitou análises de que a União gasta acima do limite legal. Ele declarou que a administração federal cumpre o teto de gastos rigorosamente. Durigan apontou que o crescimento das despesas obrigatórias é a principal pressão orçamentária e que o Congresso Nacional deve aprovar mudanças nas leis para alterar esse cenário.
O ministro também comentou que iniciativas como o programa Desenrola reorganizam dívidas antigas sem incentivar novos endividamentos. Ele declarou que a gestão atual atua com base na responsabilidade fiscal e afasta qualquer boicote ao processo eleitoral.


