O Cristo Redentor começará um processo de certificação climática para mensurar o impacto ambiental das atividades turísticas. O objetivo é definir medidas que reduzam a emissão de gases de efeito estufa no monumento.
O acordo foi assinado na sexta-feira pelo reitor do Santuário Cristo Redentor e pela diretora da Green Initiative International para a América Latina. A primeira fase do processo ocorrerá entre 2026 e 2028, com ciclos de avaliação anuais.
A etapa inicial envolve levantar as emissões ligadas ao turismo no Santuário e analisar a capacidade de sequestro de carbono das áreas florestais ao redor. Os dados gerados servirão para criar um diagnóstico climático e, depois, um Plano de Ação Climática.
A proposta visa diminuir as emissões e avançar na descarbonização das atividades turísticas do local. A Green Initiative oferecerá suporte técnico e mobilizará recursos para as ações, sem custos para o Cristo Redentor.
A iniciativa segue a adesão do Santuário à Declaração de Glasgow sobre Ação Climática no Turismo, formalizada em novembro de dois mil e vinte e cinco. Este documento estabelece metas voluntárias, como reduzir emissões pela metade até dois mil e trinta.


