A crise de imigração na Espanha se intensificou após o ingresso de dezenas de milhares de migrantes marroquinos em Ceuta. Membros da oposição criticaram o governo e o judiciário, alegando que as políticas atuais ameaçam a estabilidade europeia.
Um membro da oposição afirmou que não deve haver elogios ao governo espanhol, pois ele, juntamente com os tribunais, causou o problema. O político criticou o primeiro-ministro Pedro Sánchez, dizendo que sua gestão legalizou meio milhão de migrantes em meio a protestos europeus.
A crítica se estendeu ao sistema judicial. Um alto tribunal espanhol emitiu uma decisão que impede o Estado de devolver migrantes ilegais que chegam por mar. O opositor considerou essa decisão um “ativismo de juízes de esquerda” que mina a confiança democrática.
Outro membro da oposição concordou com a análise, afirmando que a migração causa o “desmoronamento do nosso mundo ocidental”. Ele defendeu que a única solução é um “acesso intransigente dos estados membros” e a proteção rigorosa das fronteiras externas.


