O custeio administrativo da União alcançou R$ 33,3 bilhões no primeiro semestre de 2026. Este valor representa um aumento de 10,7% sobre os R$ 30,1 bilhões registrados em 2025. Os dados foram divulgados pelo Tesouro Nacional.
A despesa administrativa cobre os gastos necessários para manter a estrutura federal em funcionamento, sem incluir investimentos. O cálculo abrange contratações temporárias, manutenção, contas de água e energia elétrica, serviços terceirizados, combustíveis, diárias, passagens e aluguéis.
Os serviços de apoio lideraram os gastos no período, totalizando R$ 16,7 bilhões. Essa categoria engloba terceirização, limpeza e conservação, e teve alta de 13,3% frente ao primeiro semestre de 2025.
Outras rubricas que compuseram o custo incluem gastos com tecnologia da informação, que somaram R$ 4,5 bilhões, e despesas com combustíveis e aluguel e conservação de imóveis, ambas em R$ 2,6 bilhões.


