O desemprego no Brasil atingiu 5,4% no segundo trimestre de 2026, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa nacional representa queda em relação aos 6,1% do trimestre anterior. Onze unidades federativas registraram índice inferior à média nacional.
Santa Catarina apresentou a menor taxa do país, com 2,1%. Mato Grosso (2,2%), Espírito Santo (2,3%), Rondônia (2,6%) e Mato Grosso do Sul (2,7%) também ficaram abaixo da média. Paraná registrou 3,1%, e Minas Gerais, 3,8%.
A taxa nacional de 5,4% foi alcançada por São Paulo e Paraíba. O Amapá teve o maior índice, marcando 9,8%, seguido por Bahia (9,1%) e Pernambuco e Piauí (8,3% cada). O Distrito Federal registrou 6,5%.
O levantamento aponta diferenças por gênero e raça. O índice entre homens ficou em 4,6%, enquanto entre mulheres foi de 6,4%. Entre a população branca, a taxa foi de 4,2%, comparada a 6,9% para pessoas pretas.
A Pnad Contínua também indicou redução no desemprego de longa duração. No segundo trimestre, esse contingente somou 1,06 milhão de brasileiros, menor número desde o início da série histórica em 2012.

