A diretoria do Botafogo, liderada pelo presidente João Paulo Magalhães, defende as recentes mudanças no departamento de futebol. As alterações ocorrem em um período de transição da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) e buscam dar maior suporte à equipe neste momento decisivo da temporada.
Dirigentes do clube associativo defenderam escolhas feitas para a comissão técnica, incluindo Paulo Bonamigo, Ronaldo Torres e Marcelo Salles. Questionamentos sobre a influência do clube associativo nessas decisões surgiram após a saída de Franclim Carvalho. A administração considera injustos os questionamentos feitos a Bonamigo e Ronaldo Torres, citando o histórico de ambos no futebol brasileiro.
A direção também justificou as mudanças citando a grave dificuldade financeira encontrada ao assumir a condução do clube. Segundo a versão da diretoria, restrições, como seis transfer bans, foram solucionadas, e salários atrasados foram regularizados. O andamento da recuperação judicial e a manutenção de jogadores como Danilo e Montoro também são citados como avanços.
O clube entende que possuía legitimidade para promover essas alterações, como as feitas no gol e na comissão técnica, enquanto Bellão assume interinamente. A ideia é cercar o treinador jovem de profissionais mais experientes durante o período de jogos difíceis. Além disso, decisões estão sendo tomadas com conhecimento do potencial controlador futuro, Gabriel de Alba, que chegou ao Rio de Janeiro.


