Novak Djokovic afirmou que sua deportação da Austrália em janeiro de dois mil e vinte e dois ocorreu por motivos políticos, após ter seu visto negado por questões de vacinação. O episódio é abordado no documentário O Lobo no Inverno, que estreou hoje no Prime Video.
O atleta, que acumula vinte e quatro títulos de Grand Slam e quarenta troféus de Masters 1000, comentou sobre o incidente. Segundo Djokovic, ele não é antivacina nem pró-vacina, mas defende a liberdade de escolha individual sobre a integridade corporal. Ele também declarou que já havia contraído Covid duas vezes antes da restrição.
A produção também detalha a origem de suas dificuldades, marcada pela crise econômica da antiga Iugoslávia nos anos noventa. Os pais do tenista, Srdjan e Dijana, teriam contraído empréstimos com juros altos para custear viagens e treinos do filho.
Djokovic, de trinta e nove anos, pai de dois filhos, falou sobre a dificuldade de conciliar a carreira com a vida pessoal. O tenista admitiu não conseguir mais se dedicar cem por cento ao esporte, buscando uma vida diferente ao lado da família. Ele refletiu sobre a pressão de competir nos grandes palcos.


