O aumento das temperaturas e mudanças na umidade do ar, causadas pelo El Niño, intensificam quadros de alergias respiratórias no Brasil.
A presidente da Asbai (Associação Brasileira de Alergia e Imunologia), Fátima Rodrigues Fernandes, afirma que o bem-estar respiratório está diretamente ligado aos fatores climáticos.
A especialista explica que a exposição à poluição atmosférica combinada a variações térmicas extremas agride e fragiliza as vias aéreas. Ela destaca que a asma, a rinite alérgica e as infecções respiratórias são as condições mais frequentes.
Fernandes alerta que as chuvas e enchentes aumentam a quantidade de fungos dentro e fora das casas, podendo levar ao descontinuamento de tratamentos e ao agravamento de doenças.
Além disso, as ondas de calor e a secura do ar descompensam doenças cardíacas, causam desidratação, insolação e exaustão física.


