A empresa têxtil alemã ZEGO pediu proteção contra insolvência após um ataque cibernético em março paralisar suas operações por quase seis semanas. A companhia atribuiu o pedido de falência ao impacto financeiro severo causado pela interrupção da produção, segundo declaração da diretoria.
A ZEGO informou a clientes e fornecedores que esgotou todas as opções antes de buscar a proteção contra insolvência. O diretor da empresa, Johannes Zenglein, classificou o pedido como “um dos passos mais difíceis na história de 37 anos da companhia”. Zenglein explicou que o ataque cibernético, ocorrido em 29 de março de 2026, gerou uma paralisação produtiva de quase seis semanas, causando grande pressão financeira.
A empresa não especificou a natureza do ataque, se houve uso de ransomware ou se dados de clientes ou funcionários foram comprometidos. A ZEGO afirmou que a simples interrupção operacional foi suficiente para levar o negócio além do ponto de recuperação.
Os procedimentos de insolvência foram iniciados, mas a companhia garantiu que o pedido não significa o fim das atividades. A ZEGO planeja manter a produção enquanto administradores tentam reestruturar o negócio, preservar empregos e manter o relacionamento com clientes e fornecedores.

